Céu Nossa Senhora da Conceição, "Xamã Gideon dos Lakotas", Dorema ammoniacum

Dorema ammoniacum

Esta planta vive no mesmo habitat que a Ferula assafoetida. Tal como a Assofétida, a Dorema vive em colônias numerosas, formando pequenos bosques, ela cresce até o deserto de Kirghiz. Sua raiz também necessita de pelo menos 5 anos para crescer, é espessa, longa, com grossas ramificações horizontais. A planta é mais alta que um ser humano. O caule que surge possui um diâmetro de mais ou menos 5 cm e se apressa em florir. Um látex muito abundante escorre da raiz. Brotos secundários em forma de candelabros de 7 ramos sobem todos juntos trazendo umbélulas de uma só flor com pedúnculos muito curtos. As folhas basilares são anuais longas, de 0,5 m, trilobadas e pouco recortadas.

Sua resina é denominada “Amoniacum” e é eliminada pelo caule, tanto expontaneamente quanto a partir de picadas de insetos. Ela possui um odor de alho e de Castoreum, um sabor amargo e desagradavelmente perfumado. Quando aquecida ela apresenta um cheiro que lembra o Benzol. Esta droga foi empregada em uso interno como anti-espasmódico, estimulante, expectorante, emenagogo, principalmente nas bronquites crônicas e nos catarros pulmonares ligados à asma. Exteriormente é utilizada para amadurecer e arrebentar os abcessos.