Céu Nossa Senhora da Conceição, "Xamã Gideon dos Lakotas", Manjerona

Manjerona

Origanum majorana

Origanum majorana

Nome Popular: majorana, manjerona
doce, manjerona verdadeira, oregão vulgar, manjerona inglesa, flor do
Hemeneu.

Família:
Lamiaceae

Aspectos Agronômicos: É uma erva perene anual ou bienal que se adapta
melhor aos solos arenosos ou areno – argilosos, moderadamente férteis, secos e
permeáveis, com pH neutro ou alcalino (maior ou igual a 7) e a iluminação meia –
sombra ou plena. Prefere o clima tropical quente e úmido, noa suportando
temperaturas inferiores a 10º C. Faz-se o plantio através de sementes, em
sementeiras, ou estacas em viveiros. Quando as mudas forem transferidas para o
local definitivo o que deve ocorrer na época das chuvas, é necessário deixar
espaçamento de 0,2 X 0,3m entre elas.
A colheita da flores é feita quando as primeiras
delas se abrirem, cortando-se a planta; as folhas são colhidas pouco tempo antes
da floração.

Características: Originária da Europa, a manjerona é uma erva de cultivo bem antigo. Sua altura varia de 30 a 60cm. Cresce em forma de touceiras, com várias hastes frágeis cobertas de pêlos. As folhas são pequenas, com até 2cm de comprimento, verde-azuladas na parte superior e aveludadas na inferior. As flores se aglomeram em espigas e têm pétalas brancas. A manjerona não deve ser confundida com outras plantas semelhantes com o mesmo nome vulgar, e ainda com orégano e manjericão.

Indicações e Usos: As folhas frescas ou secas são usadas em temperos ou chás. Como tempero, a manjerona é estimulante do aparelho digestivo e combate as cólicas, gases e gastrites. O chá é utilizado para aliviar cólicas menstruais e combater a úlcera estomacal. O banho quente com as folhas de manjerona combate a fraqueza e o cansaço dos músculos e nervos e o reumatismo. As folhas frescas, sob a forma de cataplasma são boas desinflamadoras nos casos de tumores, pancadas, feridas e torcicolos. Sob a forma de compressas locais, as folhas são ainda usadas para acalmar as dores reumáticas. Nas gripes fortes, a inalação com manjerona ajuda a eliminar muco e catarro, prevenindo a sinusite.

Dizem as lendas que a manjerona era uma das ervas preferidas de Afrodite, a deusa do amor na mitologia grega. Por isso, esta erva teria o poder de adoçar a vida e trazer alegria para casais.

Parte Utilizada: Toda a
planta.

Constituintes Químicos:

– ácido
tânico;
– sabineno;

borneal;
– substâncias amargas;

cânfora;
– tanino;

cimeno;
– termineol;

cineol;
– terpineol;

estragol;
– timol.
– eugenol;
– linalol;

origanol;
– pineno;
– pulegone;

Origem: Índia

Aspectos Históricos: Os Gregos deram-nos as lendas e o nome desta
antiga erva culinária: oros ganos, alegria da montanha. Os que já visitaram a
Grécia, onde os oregãos cobrem colinas e perfumam o verão, estão de acordo com
este nome.
Diz-se que a
manjerona, com o seu aroma suave e picante, foi criada por Afrodite como símbolo
da propriedades curativas desta planta.
A manjerona foi introduzida na Europa durante a
Idade Média, e era muito procurada pelas senhoras para fazer ramos e saquinhos
de cheiro e para perfumar a água das lavagens.

Uso:


* Fitoterápico:

Tem ação: estimulante, diurética, anti – espasmódicas,
anti – inflamatória, expectorante, vulnerárias.
É indicada:

má digestão;
– arrotos;

– gastrite;
– inapetência;
– inflamações dos órgão digestivos;
– resfriados;
– tosses catarrais;
– nervosismo;
– impotência sexual;
– reumatismo;
– tumores;

feridas  e outros males da pele.

* Culinária: Saladas, massas, molhos, carnes no geral,
etc.


Uso Interno:

Infuso: 10g  de manjerona para litro de água.
Tomar 3 a 4 xícaras ao dia.
Infuso; 2
colheres (sopa) folhas de manjerona para 1 litro de água fervente. Tomar 3
xícaras de chá morno, sem adoçantes diariamente.

Uso Externo:
Banhos quentes com a folhas de manjerona.

Bibliografia:
Balbach, A. As Plantas Curam. Itaquaquecetuba: Vida
Plena, 2ª edição, 1993, p. 155.
Bremness, L. Plantas Aromáticas. São Paulo:
Civilização, 1993, p. 68.
Corrêa,
A.D.; Batista, R.S.; Quintas, L.E.M. Do Cultivo à Terapêutica. Plantas
Medicinais. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 158.
Sanguinetti, E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre:
Rígel, 1989, 2ª edição, p. 151.
http://www.canalvip.com.br/neumart/pm/origmaj1.htm.

http://www.ervasdositio.com.br

http://wwh5.net/temperare/html/ervas.html

http://www.primaessencia.com.br/manjeron.html

http://www.cosmo.com.br/agronauto/guiabotanica/manjerona250999.html.