Céu Nossa Senhora da Conceição, "Xamã Gideon dos Lakotas", Marroio branco

Marroio brancoNovo

Marrubium vulgare

Marrubium vulgare Nesta planta, de maneira muito mais intensa ainda do que na melissa, o sistema de folhas, constituído pela superposição dos nós, numa disposição totalmente rítmica, é a característica que mais chama a atenção nessa planta. A partir das intersecções das folhas que emergem em cada nó, surgem pequenos agregados de florzinhas brancas e minúsculas, formando bolinhas como mostra o desenho.


Esta planta se encontra em toda a Europa e também no centro da Ásia. Ela tem preferência por solos pobres, secos e quentes, por exemplo, os entulhos e os escombros. Suas folhas ovais são muito enrugadas, levemente aromáticas, mas muito amargas e adstringentes devido ao tanino.


De maneira ainda mais intensa que na melissa, a ação terapêutica do Marrubium se dirige ao sistema rítmico do homem. Esta planta é mais um vegetal rítmico do que um vegetal de calor. Sem dúvida ele é um bom recurso quando as mucosidades invadem o trato digestivo; o Marrubium estimula a função hepática e favorece a menstruação, mas muito mais importante é sua ação nas mucosas do pulmão, na bronquite crônica, na coqueluche e na asma senil; o Marrubium estimula o sistema vascular e regulariza os batimentos cardíacos. Ele suspende o fluxo anormal da saliva, principalmente no caso de uma intoxicação devida ao mercúrio.