Céu Nossa Senhora da Conceição, "Xamã Gideon dos Lakotas", Poejo

Poejo

Mentha pulegium

Mentha pulegium O poejo é uma planta proveniente dos vales fluviais da Eurásia e da região Meditarrânea. Esta planta desenvolve intensamente seu ritmo foliar. Possui sobre os rizomas alongados, pequenos caules muito ramificados de coloração verde clara, aromáticos, trazendo em si folhas estreitas e ovais e, em cada nó, uma coroa de floretas cor de malva. O elemento floral foi lançado na região foliar e caulinar da planta. O poejo cresce apenas em locais muito molhados e ele tem uma predileção pelos alagados salgados. A luta entre dois princípios adversos se faz notar nesta planta de maneira mais acentuada do que na hortelã.

O poejo atua terapeuticamente no sentido de aliviar as cãimbras, de estimular a digestão e sua ação no fígado é muito mais forte que a da hortelã. O efeito emenagogo se torna tão intenso que esta planta pode se tornar abortiva. Um medicamento feito com o poejo, aumenta a irrigação sanguínea nos órgãos urinários, no intestino grosso e nos órgãos genitais, até provocar uma tendência ao sangramento. A diurese é aumentada. O poejo também pode ser utilizado no tratamento das doenças pulmonares, na asma e na coqueluche.

Conhecido como a “hortelã dos pulmões”, o poejo tem muitos usos medicinais, sob a forma de chás, xaropes ou infusões. Por suas propriedades medicinais, é indicado na tosse, coqueluche e catarro pulmonar. O chá, preparado a partir das folhas e folhas secas ou frescas, combate a insônia, acidez do estômago, gases, enjôos, diarréias e fermentação intestinal. Fortalece o sistema nervoso e regulariza a menstruação. Aos que têm problemas digestivos, a recomendação é tomá-lo meia hora depois das refeições. Também pode ser utilizado como tempero nas saladas e até nos sucos.

Os antigos chineses também já faziam referências às virtudes calmantes e antiespasmódicas do poejo.