Capítulo VI – A Jornada de Todos Nós

Nesse capítulo transcrevemos a palestra “A Jornada de Todos Nós”, realizada no Centro Espírita Ascensionado Céu Nossa Senhora da Conceição, pelo Xamã Gideon dos Lakotas.

Ao proceder a transcrição, tentamos ser o mais fiel possível a forma de falar e linguagem utilizadas, portanto, utilizamos uma linguagem mais informal,  e o mais parecido com a fala.

Agimos desta forma para conservar a originalidade e preservar as formas de expressão utilizadas pelo Autor.

 

A Jornada de Todos Nós 

 

Certa vez os animais da floresta quiseram montar uma escola, eles se ajuntaram e se reuniram e ficaram muito entusiasmados.

A lebre rapidamente falou:

– Eu quero que ensinem a velocidade de correr. – Imagine uma lebre o que mais faz é rapidez – Vamos ensinar a rapidez, a velocidade – disse a lebre.

Já o macaco:

– Vamos ensinar a subir em árvore, podemos fazer isso rápido e com segurança.

O passarinho foi veemente disse:

– Temos que ensinar a voar.

E assim cada um desses animais conseguiu fazer com que a sua vontade fosse respeitada na escola. Por fim, todas as características de cada animal começaram a ser ensinadas ali.

Ninguém voava melhor que o pássaro, o problema é que quando quiseram lhe ensinar a cavar um buraco como tatu, ele quebrou o bico e as asas.

Quem vai ser mais rápido que a lebre? Mas quando ela foi escalar uma árvore, caiu e quebrou uma perna.

O macaco todo serelepe, sobe numa árvore que é uma coisa, mas para aprender a voar, quebrou o braço.

Nós somos assim, todos nós.

Você, na sua vida, sempre vai se deparar com pessoas que têm deficiências e qualidades diferentes das suas. Você tem suas deficiências, mas também as suas qualidades e vai encontrar outras qualidades e deficiências diferentes em outras pessoas.

Todos nós temos deficiências e qualidades. O segredo está em saber conversar.

Se algo não está te agradando, se algo está mexendo com você, te tocando, te cutucando, exponha a situação, seja aberto, mas faça isso de forma meiga e gentil. Diga tudo o que você tem a dizer, mas com delicadeza, sendo gentil e tudo se esclarece.

Quando um respeita as qualidades e as deficiências do outro, pode viver em conjunto e não haverá dificuldade que não possa ser superada.

Porque, quando houver um buraco para cavar o passarinho vai chamar o tatu. Se tem uma árvore para escalar chamarão o macaco. Se o voo é imprescindível, chamarão o pássaro.

E com a união de todas as qualidades e deficiências se constrói uma obra! É fácil.

Isso se aplica a vocês, aos seus filhos, na escola, na sua relação social.

Conversar de maneira delicada, gentil, falando tudo o que você tem a dizer, mas com delicadeza.

O ser humano em geral, ele recebe uma educação deficiente, 99.9% dos filhos criados com os pais e aqueles 0,01% dos filhos que cresceram sem pais. Porque, infelizmente, e isso eu posso falar quase a nível mundial, mas eu vou citar bem o Brasil, afinal é a nossa nação, o brasileiro não teve uma educação adequada. Os nossos pais não tiveram educação adequada para nos educar. E não tiveram mesmo, daqui a pouco você vai compreender isso.

Os homens adultos de hoje não estão preparados para educarem os filhos. A educação necessária para formar um ser humano é algo muito maior, muito mais intensa do que essa mera educação que o Brasil vem dando, e que os pais têm dado aos seus filhos há séculos!

E a criança ela cresce de uma maneira a ficar confusa. Eu não estou falando só dos seus filhos, estou falando de você, inclusive, quando era criança, educado pelos seus pais. Estou falando dos seus pais quando eram crianças educados pelos seus avós. Estou falando de seus avós quando eram crianças educados pelos bisavós. Estou falando de centenas de gerações no Brasil até essa geração de agora, me refiro a um jargão completo, a uma totalidade.

Mas, a criança recebe a educação que é deficitária sim, inclusive ela fica confusa. Muitas vezes, ela se esforça para agradar o pai.

Quando o pai está numa fase boa, quando os pais, pai e mãe não estão devendo, não tem muita pressão de serviço, está numa boa semana, os pais retribuem com alegria e generosidade ao agrado do filho.

Numa outra situação, quando os pais estão devendo, e seus nomes estão indo para  serem negativados ou para uma lista de devedores, a pressão no serviço está grande, o risco de corte na fábrica está assolando o casal,  e o filho, coitado, vem tentar agradar aos pais, da mesma forma que fez há um mês atrás, só que dessa vez os pais estão mal-humorados e retribuem agressivamente a criança.

E a criança fica então, sem saber o que está acontecendo porque, pela mesma razão que ainda ontem agradou os pais, hoje ela foi rechaçada.

Isso cria confusão na mente da criança.

A criança, por ser criança, ainda não sabe formar ideias lógicas, não consegue olhar, ver e deduzir. Até os sete anos de idade a criança mais observa e menos pensa. Após os sete anos ela começa a pensar mais e observar menos.

Mas a sua personalidade, a base é formada até os sete anos, e você vai carregar essa base para o resto da sua vida. E você fica confuso, a criança fica confusa, por adultos que vem e conversam com ela sempre olhando de cima, ou seja, tratam a criança apenas como um ser minúsculo, ao invés de tratar a criança como um adulto em perspectiva.

Olha a diferença, hein?

Pais educados para lidar com as crianças jamais conversam com a criança de cima para baixo porque isso gera consequências na mente.

Assim como os índios fazem, se abaixando, conversam com o filho na mesma altura, tratando a criança como um ser igual, mas com a perspectiva de crescimento. Percebe a diferença do que estou falando?

Isso gera segurança para criança e senso de igualdade.

Quando a criança for peralta, lhe der nos nervos, é claro que um tapinha na mão, um tapinha no bumbum, precisa sim. O pai não deve deixar de fazer isso. Mas sempre que recriminar, seja aquela recriminação rápida, nada demorado, nada maçante. Faça isso de forma rápida e em seguida explique, bem explicadinho na linguagem que a criança entenda o porquê que ela foi recriminada.  Coloque de castigo, o castigo precisa acompanhar a palmada. Não é a dor que põe a criança numa correção, mas o castigo, que não é um castigo na verdade, é só para ela saber que ela agiu de forma incoerente no meio em que ela está vivendo.

Isso forma referências das escolhas que funcionam na criança.

“Você vai ali, vai sentar e vai refletir sobre as coisas que você acabou de fazer.” Fale, converse com ela e ponha de castigo. Mas, que não seja um castigo prolongado, é só o tempo de ela sentir que ficou de castigo. Sentiu que ficou de castigo, objetivo alcançado.

Vai lá, brinca com ela, passa a mão na cabeça passeia, agrada.

Porque, eu estou falando isso?

Isso, com toda certeza, é o que 90% dos brasileiros não teve quando criança.

Teve um tapinha na cabeça, uns tapinhas na bunda, “moleque, safado, isso não vai virar em nada, isso aí não vai dar nada na vida, isso não presta.” Eu ouvi isso quando era criança. Quem que vocês não ouviu isso?

“Essa coisa aí”, oh meu Deus, falar isso para uma criança de quatro, cinco anos, “essa coisa aí”, a criança não tem ideia lógica. Realmente ela vai entender o que está sendo falado:  “Essa coisa”,  e a criança fica: “Meu Deus, eu sou uma coisa? Eu sou uma coisa?” Isso fica na mente da criança.

“Eu sou uma coisa, eu sou uma coisa”, e olha só a formação que está sendo dada para o ser humano.

Daqui a pouco vocês vão ver que vocês vieram ao Centro Espírita,  mas não é para uma tomar uma aula espiritual de psicologia infantil. Vocês vão se enquadrar nas minhas palavras, dê tempo ao tempo, tenha paciência.

E voltando ao assunto, a pessoa, a criança, o adulto em perspectiva simplesmente pensa: “Eu sou um troço, eu sou uma coisa”. O pai, a mãe, no momento de nervosismo “isso não presta para nada”.

“Meu Deus, eu não presto para nada”, isso fica criança, isso é um carimbo, marcou, carimbou.

Vocês ouviram isso quando eram crianças, a maior parte de vocês escutou algo muito similar a isso, ou talvez algo até pior.

Ela se impressiona com a paciência, a calma dos pais, assim como se impressiona com a impaciência, a raiva, o desespero e a ira de seus pais. Ambos são carimbos que marcam a criança e vocês, quase todos aqui, tiveram uma educação nesse ponto.

Você queria mexer com flores, revirar a terra, mas um professor foi e ralhou com você, te deu um croc na cabeça.

“Você tem que aprender tal coisa para você ganhar dinheiro, se você não ganhar dinheiro você não vai ser ninguém, você não vai ser feliz”.

A criança está lá, com sete aninhos ou menos até, “eu tenho que ganhar dinheiro senão não vou ser feliz.”

A criança é muito intuitiva, toda criança observa mais e pensa menos, ela ouve a voz da intuição naturalmente. É comum uma criança de três ou quatro anos chegar e dizer ao pai e à mãe: “NÃO”.

Vocês que são pais sabem disso. Tem uma hora que o filho bate de frente. Você recrimina e ele fala “NÃO”.

“Seu moleque, você vai fazer”.

“NÃO vou NÃO”.

“Vai sim”

“NÃO, vou NÃO”.

Aí começa a chuva de pancada: “Teimoso, safado, eu sou seu pai você me respeita.”

A força da criança de falar um “NÃO” naquele momento é a sua natureza dizendo: “Você está me forçando a fazer algo que eu sei que não é o correto”.

E ele é ainda massacrado porque a decisão dos pais realmente não está correta e ele, por não precisar pensar, ouve o coração, sabe e fala “NÃO”.

O pai na sua insensatez da má educação que cresceu, retribui a criança com a educação mal recebida, mal-educada, de que forma?

“Mal educado”, e, coitada, chove cascudo, castigo, pé na bunda. Eu já passei por isso. Quem de vocês já não passou por isso?

A criança começa a ser tão massacrada que ela cede, ela tem que ceder, tem que sobreviver. Ela começa a entender que ela tem que ganhar dinheiro.

Na escola, uma criança pega um tijolo de madeira e brinca, dizendo: “meu jipinho, meu jipinho”, então passam com um caminhão de plástico, bonitão, colorido aperta botãozinho e o caminhão faz “uauauaua”, aquele de bombeiro, sabe?

Ali está tudo certo, até que um dos pais começa a ensinar que aquele presente que foi comprado, tem mais valor do que o seu tijolo de madeira, que era o seu jipinho. Compreendeu onde a criança começa se perder? Nas referências, no valor, no dinheiro: “eu preciso ter para ser feliz”. “Eu preciso ter para ser alguém” e começa fugir do SER que ela é.

Ela fica nas referências do que os outros dizem ou pensam que é.  Ela não vive mais a sua verdade, mas a verdade que está vendo e ouvindo de outros.

É assim que vocês foram crescendo.

Na FASE INFANTIL tudo isso que eu disse aqui que acontece, aconteceu com você, acontece com seus filhos.

Até os sete anos ela observa mais e pensa menos.

Após os sete anos ela começa a pensar mais e observar menos.

Ela atinge os seus 14 anos, 20 anos e vai levando as suas deficiências de educação para o resto da vida. O medo e a insegurança que recebeu, o sentimento de culpa que foi impresso nela pelos pais.

“Eu não sou nada, eu não presto”.

“Moleque, você é um vadio, um vagabundo”.

Ele cresce: “eu sou um vadio, um vagabundo”.

E a maior parte dos seres humanos hoje, ainda que com seus noventa, cento e dez anos de idade, ainda vive nas deficiências educacionais que recebeu na sua infância, quase todos não cresceram.

Quando o ser humano começa a receber uma educação melhor, ele cresce fisicamente e passa a pensar mais e observar menos. Aí chega um dado momento, quando você começa a desenvolver a sua inteligência, você se recusa, terminantemente, a aceitar as verdades que são ditas sem que você saiba o porquê das coisas. Você se recusa a aceitar as coisas que te dizem sem uma explicação lógica, decente, clara, objetiva.

Essa é a FASE DO INTELECTO,  onde se aprende a desenvolver o poder da vontade, o poder da sensibilidade e o poder da inteligência. É na fase intelecto onde se aprende a dominar as emoções. Você sendo o senhor de si mesmo, você se domina. Você passa a ter claramente na tua mente aquilo que você deseja, consegue conquistar bens materiais, riqueza, fama, popularidade, não há limites para você. Você simplesmente conquista!

Você consegue enxergar a vida de uma forma mais do alto, compreende os problemas das pessoas, torna-se forte, já não fica mais perdendo a paciência com pessoas, se irritando. Você se controla e utiliza a energia daquela emoção agressiva que você sentiu, canalizando para coisas construtivas.

Porque, quando você tem uma emoção, a emoção só existe para liberar energia.

Você passa por uma situação de raiva, quando sente aquela raiva danada, o que tem no seu corpo? Energia. Essa raiva foi necessária para você se manter vivo na época das cavernas. Você precisava daquela Energia para sobreviver, era necessário. Hoje não é mais assim. Hoje o mundo evoluiu, amadureceu um pouco.

Então, quando vem aquele momento de explosão o que você faz?

Respira, respira e joga essa energia para o plexo (plexo-solar, região do estômago), a raiva passa, mas você segura a energia que aquela comoção toda resultou, ela não vai embora, fica em você, você segurou.

Você vai dar uma caminhada, todo alegre. Domingão de primavera, céu azul, sol gostoso de manhã cedo, uma brisa fresca apesar do sol, e você de chinelão ali caminhando na beira da praia, olhando para cima e capricha um pontapé numa pedra de ponta, na sua frente, o dedão fica daquela grossura.

Aí você “Urr”, segura, respira, manda no plexo (plexo-solar, região do estômago), não xinga não.

“Ó sua…” Não, segura, segura, contém aquilo. Respira, manda para o plexo (plexo-solar, região do estômago), segura. Isso em todas as suas situações no dia-a-dia, segura.

Quando você for trabalhar, essa energia está acumulada em você, ela não se perdeu, você a utiliza no trabalho. Fazendo isso, tendo autodomínio, você vai ter uma saúde muito melhor, pois é uma energia que vai canalizar para algo construtivo. Usa essa energia para estudar, fazer curso, no seu serviço. Ao chegar o fim do dia, você teve um dia maravilhoso, trabalhou e está descansado, porque administrou suas emoções.

Tudo isso está na FASE DO INTELECTO.

Você usa a energia, inclusive para conquistar as coisas que você queria, sabe, aquele carro bonito, aquela casa que você sempre sonhou, fazer a faculdade, ser doutor, conquistar aquele diploma que você sempre almejou desde criança, realizar as suas necessidades secundárias, isto está na FASE INTELECTO.

Mas, quando você já conquistou tudo o que você queria: Riqueza, popularidade, os títulos que queria, é reconhecido, é amado pelos seus amigos, tem os carros que você queria, num dado momento de sua vida, você percebe que ainda está com um vazio dentro do seu Coração, que está faltando algo ainda, que apesar de tudo que você conquistou, se disciplinou, ainda tem algo faltando no Coração.

É nesse momento, após a FASE DO INTELECTO, que, meio até que em desespero, a pessoa se volta para dentro de si.

Dentro de si é que ela vai ter o íntimo contato com seu Divino Interno, um íntimo contato com Deus, jamais para o lado de fora.

Você mantém um contato com o seu amigo interno, seu único e verdadeiro Mestre, dentro de você, seu Eu Interior. E ali você sente uma calma, uma Paz.

Você chegou ali com o espírito cansado de tanta batalha, de tanta luta, de tanta conquista e é um momento que te dá Paz de espírito, uma segurança absoluta, tudo é Pleno e você relaxa.

Nesse momento o ser humano adentrou à FASE DO ESPÍRITO.

Então, isso que eu descrevi é o caminho natural de cada um ser humano, de cada um de vocês.

FASE DO INSTINTO ou criança, a FASE DO INTELECTO, ou autodomínio e a FASE DO ESPÍRITO ou interiorização.

Aqui no Centro Espírita Ascensionado, nos cursos ministrados aqui, você vai conseguir corrigir as deficiências educativas da sua infância. Inclusive vai aprender a transformar complexo de superioridade ou inferioridade em coisas muito positivas.

Você vai aprender a canalizar sua energia de uma maneira muito prática. Você se torna autoconfiante, seguro.  Os sentimentos de medo, e culpa, a tensão nervosa, ficam no passado, desaparecem.

Os cursos daqui transformam você. Porque, aqui nós passamos para você, de uma maneira muito prática, a devida assimilação e visão da vida, tal qual ela é, e você consegue ver a si próprio tal qual se encontra e por consequência, saber como se comportar para se tornar da maneira tal qual Você É antes de ter um corpo, antes de receber aquela educação defeituosa. De você SER o que você É: a ESSÊNCIA, o ESPÍRITO.

Ainda na FASE DO INSTINTO, na fase da criança, ainda que você já tenha cinquenta anos, oitenta anos, na busca desesperada a pessoa acaba caindo nas drogas, caindo em alucinógenos, e o faz buscando o contato com o Divino, buscando encontrar Deus, buscando alcançar a iluminação.

Meu filho, precisa tomar muito cuidado, se você for usar certas plantas alucinógenas e/ou de poder como ayahuasca inclusive.

Ficar atrás da ayahuasca, daime, vegetal, não importa a denominação, como se ela fosse te conduzir ao plano espiritual, você está em uma ilusão, muitas vezes uma ilusão agradável, mas é apenas uma ilusão. Ali na frente você vai ter uma decepção.

Da maneira terapêutica, da forma nós do Céu Nossa Senhora da Conceição utilizamos a ayahuasca, com plena consciência do seu Eu Maior e do ego, é algo muito positivo.

Usá-la por um tempo e depois parar e seguir pela MEDITAÇÃO AO CAMINHO DA ILUMINAÇÃO, isso vale, e é muito bom!

O único caminho capaz de te tirar da FASE DA CRIANÇA da FASE DO INSTINTO e te elevar à FASE DO INTELECTO e alcançar A FASE DO ESPÍRITO, o único caminho que é rápido é a MEDITAÇÃO.

SILÊNCIO DA BOCA leva a REFLEXÃO, que leva a MEDITAÇÃO para chegar na CONTEMPLAÇÃO.

Uma compreensão dos problemas e um bom direcionamento como nós damos aqui, de como você agir, é muito bom, isso à partir do momento que você começa a refletir sobre o que foi ensinado.

Na FASE DO INTELECTO, a pessoa já precisa ir treinando a sua meditação. Ela vai entrar na FASE DO ESPÍRITO com muito mais rapidez, quando direcionada.

Até mesmo para você meditar existem técnicas simples, que lhe são ensinadas e você rapidamente assimila aquilo e consegue alcançar o SILÊNCIO DA MENTE. E no SILÊNCIO DA MENTE você alcança o íntimo contato com DIVINO INTERNO.

Compreendido até aqui?

Se você for olhar sua vida, cada um de vocês vai descobrir que muitos de vocês, assim como noventa por cento do ser humano deste planeta, ainda vivem na FASE DA INFÂNCIA, na FASE DO INSTINTO. Ainda está sujeito às deficiências educacionais que recebeu de seus pais, recebeu da sociedade onde cresceu. Ainda reage impensadamente e irrefletidamente sobre situações que lhe cutucam.

Procure frequentar as Sessões Mediúnicas Ascensionadas desse Centro, procure vir fazer os cursos aqui ministrados, cursos focados e direcionados à Iluminação do Ser.

Comece abrindo mão de muletas espirituais e comece a caminhar por “VOCÊ”.

Nós estamos aqui para ajudar Você e te dar um norte.

Xamã Gideon dos Lakotas.

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