Introdução

Desde menino busquei compreender o que levava as pessoas ao meu redor a viverem infelizes e a sofrerem. Na adolescência presenciei muitos de meus amigos se perderem nas drogas e se tornarem ainda mais infelizes e sofridos. Percebi que a infelicidade e sofrimento da­queles que eu amava, refletia-se em mim exatamente porque os amava. Empenhei-me mais intensamente em encontrar a causa de toda infelici­dade e sofrimento. Mas somente quando busquei para dentro de mim foi que tudo clareou e pude enxergar. Ali encontrei não somente a causa de toda infelicidade e sofrimento, mas a própria natureza da causa.

Escrevo este livro com o único intuito de auxiliar o buscador a se libertar dos sentimentos de medo e de culpa, que são os únicos e verdadeiros inimigos da humanidade. Procurei escrevê-lo num linguajar simples e de fácil entendimento, mesmo aos menos letrados. Muitos dos escritos deste livro irão num primeiro instante chocar aos Católicos, Evangélicos, Judeus, Hinduístas, Kardecistas, Umbandistas, Xamanistas e religiões usuárias de drogas alucinógenas, enteógenos, etc. e etc. Mas num segundo instante, através do bom senso, trará ao buscador verdadeiro o alívio da Compreensão das Verdades Espirituais e de Deus, trará a Felicidade da Libertação dos cabrestos da culpa e do medo impostos à humanidade. No final deste livro há um questionário com 52 questões, o qual leva o leitor a uma profunda reflexão sobre as próprias crenças que professa e os pontos de estrangulamentos que têm. Bem como as res­postas de 40 de pessoas que antecipadamente responderam a estas questões permitindo ao leitor vislumbrar um universo de diferentes pontos de vistas e entendimentos de outras mentes, permitindo assim ao leitor uma avaliação mais profunda do seu próprio ponto de vista e en­tendimento.

Preste atenção:

Espiritualidade e Ciência precisam sempre andar de mãos dadas, ou inevitavelmente levará ao sofrimento oriundo do ce­ticismo, dogmatismo, fé cega e mesmo à extinção de seus defensores. Um sem o outro resulta em extremos, sendo que sempre o caminho do meio é que resulta em Paz e Felicidade.

Espiritualidade sem a Razão Científica transforma-se em deva­neios e fé cega; ver como se houvesse fumaça nos olhos realizando uma péssima avaliação das situações que se apresentam; mesmo mantendo a fibra tornam-se presas fáceis para qualquer grupo mais racional, científico e organizado. Por não enxergarem com clareza não sabem o que fazer. Acaso a história não nos demonstra exatamente isto?

Razão Científica sem a Espiritualidade torna-se fria e egóica. Em sua frieza racional cria um sistema predador ao meio que vive, já que em sua visão, o mais forte usufruir do mais fraco é lei natural e, portanto, plenamente justificado. Da mesma forma justificam o sentimento de posse, inclusive o de um ser humano em relação ao outro. Como, segundo as leis da natureza, o topo da cadeia alimentar quase que sempre são os predadores e não as presas, enxergam a si mesmos não como mais uma espécie que vive na Terra, mas sim o dono de todas elas e inclusive donos da própria Pachamama. Em seu egoísmo partem para o consumismo desregrado ajuntando muito mais que necessita para sua zona de conforto, mesmo que exaurindo os recursos naturais. Faz com que o crescimento tecnológico cresça muito acima da moral e da ética, e isso inevitavelmente leva uma civilização à sua própria extinção e holocausto… Do ponto em que estamos agora, é apenas questão de pouco tempo!

Houve outras humanidades antes da nossa que por estas mesmas razões se extinguiram. A civilização de Atlântida existiu de fato, não é mito. Foi ela quem construiu a pirâmide Quéops na planície de Gizé, no Cairo, Egito. O que o Egito antigo fez ao longo de sua história foi reformar a grande pirâmide algumas vezes, mas não construir, pois os sobreviventes de Atlântida foram quem a construiu. A ciência ainda vai descobrir que a pirâmide de Quéops data de uma era bem mais antiga que o suposto 6 mil anos de atualmente.

Grande desenvolvimento tecnológico acima do desenvolvimento da moral e da ética, acaso não é exatamente esta a situação que nos encontramos hoje?

Felicidades, leitor.

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