Respostas de Inúmeras Pessoas – Questão 38

38 – Acredita que, com a tecnologia de transporte já existente em 1971, um grande mestre espiritual reconhecido por uns 5 mil de discípulos, poderia morrer largado, sozinho, abandonado e ainda por cima ser enterrado como indigente num cemitério público em Brasília DF e assim permanecer por 02 meses? ( ) Sim ( ) Não – Por que desta sua resposta?

 

38 – M.N. – Não. Se fosse um mestre espiritual do século XX não seria enterrado nessas condições, nem que fosse enterrado no quintal de sua casa sem honras fúnebres mas não nas condições supracitadas.

38 – M.R. – Não. Se uma pessoa é assim tão querida, tem tantos discípulos, acredito que seus discípulos e amigos iriam notar sua ausência e sentir saudades, que iriam procurar por essa pessoa e ao constatar sua morte, dar a ela um enterro digno e apropriado. Mas este foi o caso do Gabriel da UDV, União do Vegetal, aconteceu isso com ele mesmo, ou seja, fica evidente que ele não era uma pessoa querida quando viva.

38 – D.T.S. – Não. O Gabriel da união do vegetal morreu sozinho e abandonado porque ninguém suportava ele, nem mesmo a família. Tudo indica que em sua mania de grandeza se tornou intragável. Foi enterrado como indigente porque o hospital não teve ninguém para informar de sua morte, já que não houve visitações para ele em todo o tempo que ficou internado. O mestre Gabriel da união do vegetal, ao meu ver, foi louco, insano, doido, foi um fora da casinha muito ignorante de conhecimentos científicos e claramente nenhuma sabedoria.

38 – R. – Não. Forjamento total.

38 – T.G. – Não. Acredito que se colhe o que se planta… que seus discípulos foram para ele o que ele foi… a expressão de uma alma sem luz.

38 – B.Z. – Não, sem chances! Em 1971, o transporte aéreo para viagens a capitais era uma rotina de muita gente. A situação do mestre Gabriel é que: ninguém se preocupou com ele, o que me leva a pensar que ele não foi tão amado assim com diz a udv. Ao estudar a história do mestre Gabriel que existiu de verdade, encontramos um homem comum que não se parece “nadica” com o tal mestre Gabriel que fala a udv. Penso que na udv depois que o mestre Gabriel morreu, criaram o mito Gabriel “o santo”, criaram estorinhas sobre Gabriel, “o iluminado” que veio trazer a luz. E que fizeram isso talvez para formar uma nova doutrina, igreja, religião, explorar economicamente os adeptos etc. Mas desde 2009, quando o padrinho Gideon e seu pessoal se empenharam em trazer publicamente a verdade dos fatos sobre a udv, onde a desmascarou rapidamente, que ela está tendo que se adequar na “marra” para poder sobreviver. Antes, para a udv era no céu Deus e mestre Gabriel, e tinha também um “tal” de Jesus em algum lugar. Mas, depois de 2009, com as pesquisas históricas do padrinho e seu pessoal, tornando-se públicas, o mestre Gabriel como santo ficou difícil de engolir até pelos próprios mestres antigos de lá. A udv é conhecida por muitos como local de mestres iludidos. Muitos na udv, ainda hoje afirmam que o homem não pisou na lua, que é tudo armação. Mas se trata de uma seita pequena, provavelmente a menor linha oasqueira do Brasil.
Mas o que estou enfatizando é que, uma pessoa que foi amada ao menos por uma meia dúzia de gente, vai receber visitações no hospital se ele adoecer; vai ser enterrado depois de um velório com os entes que o ama, e sob nenhum pretexto, com exceção de que seja uma “guerra entre países”, essa pessoa será enterrada como indigente e ainda permanecer assim por 60 dias.

38 – M.N.N. – Não. É difícil imaginar isso, essa pessoa deve ter feito muita coisa feia para ser abandonado por todos.

38 – R.V. – Não. Vejo como caso de uma pessoa abandonada por todos.

38 – B.D. – Não. Acho que no final de tudo muitas pessoas caíram em si e, enxergaram a verdade: um líder espiritual jamais acabaria no abandono e na solidão.

38 – C.S.D. – Não houve resposta.

38 – M.M.O. – Não. Os fatos mostram que um homem, para ter sido enterrado como indigente, é um ser totalmente ignorado por todos, e se tinha 5 mil seguidores, ao menos um faria um velório em seu reconhecimento. Nem mesmo um animal, quando amado pelo dono é enterrado com total desprezo.

38 – C.A.G. – Não. Dessa forma, o mestre psicologicamente acreditava que era mestre diante de seus discípulos, enquanto que os discípulos acomodados deixavam essa ilusão se manifestar, e se estes últimos não foram assistir ao “mestre”, é porque no seu íntimo sabiam que tudo não passava de um teatro de falsidades.

38 – E.M. – Não. O Mestre Jesus e os demais citados acima morreram há mais de dois mil anos. Todos sabemos que estiveram aqui, mesmo que seja o básico do básico referindo-se aos Mestres que encarnaram no Oriente e pouco divulgados em nosso país. Sinceramente, nem imagino quem seja este “grande mestre espiritual” mencionado na questão acima.

38 – A.N. – Sim acredito, e acredito também que esse grande mestre era um mestre bem iludido, pois um mestre espiritual reconhecido e amado por tanta gente, nunca poderia morrer sozinho e muito menos enterrado como um indigente.

38 – M.F.G. – Não. Por que primeiramente, um verdadeiro mestre espiritual vive na humildade e simplicidade. Ele jamais sairia falando por ai que é um mestre e muito menos a reencarnação de um astro celeste. Um verdadeiro mestre espiritual desperta amor nas pessoas e não o contrario disso. Só o fato de alguém que se diz mestre espiritual, ter sido largado, abandonado e ter sido enterrado como indigente, mostra qual sentimento que ele despertava nas pessoas. E o pior que existe gente que o chama de mestre até hoje. Diante disso só posso dizer uma coisa: É BRINCADEIRA.

38 – R.R. – Não.  Um grande mestre espiritual sozinho, sem ninguém por perto? A “viagem” poderia ter sido mais organizada. Nem portava documentos pessoais pelo jeito. Pois aprendi pela vida a fora que só se enterra como indigente quem não tem documentos pessoais consigo.

38 – V.L. – Não, ele não era um grande mestre.

38 – J.J. – Penso ser relativa essa pergunta.

38 – I.T. – Não. Os fatos já respondem o porquê por si mesmo.

38 – J.A. – Sim. A experiência que escolhemos aqui no relativo, não representa o que somos no ABSOLUTO.

38 – F.G. – Não. Impossível de isto acontecer.

38 – A.S. – Sim. Por que as pessoas só estão ligadas às coisas da natureza “material” e não se importam nem com pessoas e acontecimentos que as levariam a reflexão de natureza “espiritual”.

38 – M.A.T. – Não. Confesso não saber de quem se fala nesta questão. Entretanto, esse com certeza não foi mestre nem de si mesmo.

38 – M.C. – Não. Ilusão.

38 – R.M. – Não. Não consigo imaginar que ao menos 10% desses cinco mil seguidores não tivessem condições, através de um carro, um ônibus ou trem, dar condições de um enterro mais adequado.

38 – F.L.B. – Não. Esse falso mestre retrata bem o caminho onde a ilusão das drogas pode levar o ser humano.

38 – B.C. – Não, pois se ele era tão conhecido, e em 1971 as informações já circulavam bem.

38 – H.J. – Não. Porque, quem anda na luz terá os atributos da luz.

38 – M.S. – Não. Não faz sentido pra mim, quem dá amor, recebe amor.

38 – P.E.D. – Não. O Destino do corpo decorrente da passagem de um Mestre verdadeiro seria digno de sua obra.

38 – M.F. – Não.

38 – S.G. – Sim. Penso que a manipulação das massas pelos dirigentes neste país pode ter promovido este tipo de atrocidade,  o povo que não pensa, não atinge a iluminação, é mais controlável – que fiquem com igreja, futebol e novela.

38 – I.P. – Não. No mínimo ele teria um túmulo bonito e seria lembrado no dia dos Mortos.

38 – C.C.A.A. – Não. Não é lógico. Um único discípulo verdadeiro já seria o bastante para lhe dar uma morte digna.

38 – L.A.P. – Não. Não sei a quem se refere, mas com certeza um grande mestre não morreria desta forma.

38 – M.C.Q. – Não. Tal fato só ocorreria com quem fosse propagador de inverdades, frutos de seus devaneios e escravo do seu ego.

38 – A.C.Z. – Não. Se na vida achou que era um “Rei” a morte o colocou no “lugar” certo.

38 – R.S.S.S. – Não. Não, o que de fato aconteceu com este mestre e seus discípulos? Acredito que fora um grande engodo deste indivíduo; ele, pelo visto não conseguiu nem ser mestre de si mesmo, quanto mais de outros. Coisa que não é muito fácil ser é mestre de si mesmo.

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